Sugestão de leitura

Descaminho

O dia é oportuno para lembrar o livro de Denise Paro: “Foz do Iguaçu: do descaminho aos novos caminhos” (Editora Epígrafe, 2016).

Na página 29, a autora cita uma entrevista com ex-delegado da Receita Federal em Foz do Iguaçu. Mauro de Brito, em 2001, recebeu uma homenagem da Câmara Municipal de Vereadores.

Hoje, foi a vez de Rafael Dolzan, o atual delegado, receber uma homenagem. Em ambas as ocasiões, o legislativo municipal reconheceu o trabalho da instituição em relação ao contrabando e ao descaminho.

A diferença é que em 2001, Mauro de Brito foi considerado “persona non grata”, e o prêmio foi uma moção de repúdio. O motivo: o combate ao “modus operandi” do contrabando na época: os sacoleiros. Já em 2018, Rafael Dolzan recebeu uma “moção de aplauso”.

A cidade vive outro momento e os sacoleiros já não são mais realidade. Os problemas podem até ter aumentado, mas o sinal da Câmara Municipal é de que as relações institucionais estão melhores. 

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